domingo, 23 de dezembro de 2012

80 anos de barbárie: Robert E. Howard e a criação de Conan


Veja como foi aqui.

Em Dezembro de 1932, a notória revista pulp Weird Tales publicou a história que daria ao mundo um dos grandes ícones da Fantasia e da Aventura. Assim como Tarzan, Dracula ou James Bond, Conan, criação máxima do escritor texano Robert E. Howard, tornou-se um fenômeno pop que saltou das páginas da literatura para histórias em quadrinhos, filmes, séries de TV e jogos, conquistando para sempre o imaginário popular. Após 80 anos, o mito do bárbaro cimério continua mais vivo do que nunca. Para debater a trajetória deste grande personagem, e comemorar seu aniversário, os jornalistas Carlos André Moreira e Carlos Thomaz Albornoz se reunirão com o escritor Cesar Alcázar para um bate papo descontraído e  informativo.
Carlos André Moreira nasceu em São Gabriel em 1974. É jornalista, crítico literário e repórter do Segundo Caderno de Zero Hora. Mestre em Literatura Portuguesa pela UFRGS. Publicou o romance Tudo o Que Fizemos (2009) e já teve contos incluídos nas revistas Coyote e Etc. e nas antologias Contos Comprimidos e Ficção de Polpa: Crime. É um patife. Mantém e edita o blog Mundo Livro.
Cesar Alcázar é escritor, editor e tradutor. Nasceu em Porto Alegre no ano de 1980. Um dos criadores da Argonautas Editora. É autor dos livros Bazar Pulp – Histórias de Fantasia, Aventura e Horror (2012) e Cemitério perdido dos Filmes B (2010 – como Cesar Almeida).
Carlos Thomaz Albornoz é jornalista, pesquisador e crítico de cinema. Membro-fundador da ACCIRS – Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul. Programador da sessão Raros desde 2001. Colaborador de revistas como Cine Monstro, Teorema e Contracampo. Coautor do livro Voivode – Estudos sobre Vampiros.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Borges. In: El inmortal.

"Cuando se acerca el fin, ya no quedan imágenes del recuerdo; sólo quedan palabras. No es extraño que el tiempo haya confundido las que alguna vez me representaron con las que fueron símbolos de la suerte de quien me acompañó tantos siglos. Yo he sido Homero; en breve, seré Nadie, como Ulises; en breve, seré todos: estaré muerto."